Pilsen, IPA, APA? Qual sua cerveja preferida?
CONFIRA OS RÓTULOS NO BALCÃO
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RÓTULOS PODEM VARIAR DURANTE OS DIAS
Cerveja clara, refrescante e de baixo amargor, como uma clássica Pilsen brasileira. Lúpulos florais se apresentam de forma delicada em seu aroma, com corpo leve e espuma branca persistente.
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ABV: 4,5%
IBU: 11
Best Bitter é uma cerveja inglesa tradicional, de cor acobreada, com amargor moderado e sabor maltado leve.
Cor: cobre escuro
Espuma: cremosa e persistente
Aroma: notas de malte, caramelo suave, toffee, casca de pão e lúpulo terroso ou floral
Sabor: equilíbrio entre o dulçor do malte e o amargor dos lúpulos ingleses
Sensação na boca: corpo médio a leve, carbonatação moderada, textura suave e refrescante
Final: relativamente seco
ABV: 4,5%
IBU: 30
SKUNK JUICY IPA
Uma explosão intensa de muito aroma e sabor. Inspirada nas NEIPAs de Vermont, nossa cerveja traz forte lembranças de frutas amarelas, como manga e pêssego.
🥉 Bronze - Concurso Brasileiro de Cervejas 2021
🥈 Prata - Brasil Beer Cup 2021
🥈 Prata - Brasil Beer Cup 2022
IBU: 62
ABV: 6,6%
Com baixo teor alcoólico, amargor delicado e aromas que lembram frutas tropicais. Nossa cerveja é ideal para os momentos de tranquilidade. (Prata no South Beer Cup no ano de 2018).
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ABV: 4,0%
IBU: 40
A Six Six Six American Pale Ale é uma cerveja clara, refrescante e lupulada. A presença do malte dá sustentação aos seis tipos diferentes de lúpulos – Ahtanum, Chinook, Cascade, Simcoe, Amarillo e Galaxy – que conferem o amargor equilibrado, mas ainda sim bem evidente, dessa cerveja. A combinação perfeita entre os lúpulos também faz dela uma cerveja deliciosamente aromática, com toques cítricos e de frutas tropicais.
ABV: 5,5%
IBU: 40
WEST COAST IPA
IBU: 53
ABV: 6,3%
ALTO AMARGOR
Os aromas e sabores dos lúpulos da costa oeste americana trazem à nossa cerveja uma sensação de frutas tropicais e um amargor intenso, representada pelo urso-pardo, símbolo da Califórnia.
🥈 Prata - Brasil Beer Cup 2021
🥈 Prata - Brasil Beer Cup 2022
🍎✨ Você sabia que a sidra é uma das bebidas alcoólicas mais antigas do mundo? Produzida a partir da fermentação do suco de maçã, há registros de seu consumo desde a Antiguidade, em regiões como a Península Ibérica e a França. Fresca, aromática e com grande diversidade de estilos, a sidra sempre foi celebrada por unir tradição e inovação.
Na Cozalinda, esse encontro ganhou um sotaque muito especial. 🌿
Apresentamos a Mirim, nossa primeira sidra, feita com suco de maçãs da cooperativa Sanjo — a maior do Brasil. A fermentação foi conduzida com microrganismos únicos: os mesmos que deram vida à nossa cerveja Mirim Droryana, isolados de uma colmeia de abelhas sem ferrão nativas de Floripa.
O resultado? Uma sidra vibrante, com aromas de maçã madura e cítricos como laranja, notas terrosas, florais e de mel. Leve, refrescante e cheia de personalidade, mas com estrutura para envelhecer lindamente.
🍏 A Mirim é um brinde à tradição e à biodiversidade da nossa terra. Saúde!
ATENÇÃO: Por ser produzido dentro de uma cervejaria pode conter traçõs de Glutem por contaminação cruzada.
ABV: 6%
Catharina Sour é o primeiro estilo de cerveja brasileiro. Uma cerveja de trigo, ácida e com adição de frutas frescas. Experiência verdadeiramente única na mistura de duas frutas brasileiras. Do cajueiro e da pitangueira, do nordeste e da nossa Mata Atlântica, as nativas do Brasil: o Caju e a Pitanga. (Bronze no Brasil Beer Cup 2021 - Ouro no Concurso Brasileiro de Cervejas 2022 - Prata no Best Of Show do Concurso Brasileiro de Cervejas 2022).
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ABV: 5%
IBU: 8
Cerveja Weiss é uma cerveja de trigo alemã, leve, refrescante e naturalmente turva, com aromas de banana e cravo produzidos pela fermentação.
ABV: 4,8%
IBU: 10
Uma cerveja escura e encorpada, que remete a sabores e aromas como baunilha, carvalho, café e chocolate.
ABV: 5,6%
IBU: 35
Highlights:
O estilo “Viking Blood” é muito tradicional na Europa. Encorpado, alcoólico e com final levemente adocicado. Para esta versão, a Hespanha decidiu ousar. Usamos ingredientes altamente selecionados, especiarias, e fermentação com duas variedades de levedura. O processo de produção leva um total de 18 meses, incluindo 15 meses de descanso em barricas de carvalho francês. O mel utilizado é proveniente do próprio apiário da Hespanha Brewery, localizado em São Luiz do Purunã. O caráter deste hidromel é único e marcante. Você descobrirá várias camadas sensoriais no decorrer da apreciação. Recomendamos que o explore a temperaturas que iniciem em 5°C até 20°C.
Ingredientes: Mel silvestre caramelizado e especiarias da fazenda Edelweiss , suco de maça natural,
levedura e água.
Amstel Ultra 275ml long neck é Amstel com apenas 72 calorias, sem glúten, baixa em carboidratos e com 4% de teor alcoólico.
Amstel Ultra, puro malte com menos calorias para você parar de contar calorias.
Os aromas e sabores do lúpulo da costa oeste americana trazem À nossa cerveja uma sensação de frutas tropicais e um amargor intenso, representada pelo urso-pardo, símbolo da Califórnia.
Cerveja inspirada nas receitas clássicas da Alemanha, elaborada com três lúpulos da região de Hallertau. Equilibrada, amargor suave, final seco e refrescante que convida ao próximo gole.
Cerveja de corpo leve com baixa graduação alcoólica. Amargor suave que não sobrecarrega o paladar e uma explosão aromática de frutas tropicais. Para momentos de tranquilidade
Uma explosão intensa de muito aroma e sabor. Inspirada nas NEIPAS de Vermont, nossa cerveja traz forte lembrança de frutas amarelas, como manga e pêssego
Intensidade no sabor com o mesmo frescor de uma IPA clássica. Leve toque de café e chocolate amargo. Toda personalidade faz a nossa cerveja ser surpreendente.
Nuances de café e chocolate provenientes dos maltes torrados. Corpo leve a médio, e uma doçura sutil que destaca o malte sem exagerar no amargor. Perfeita para o clima da serra de Rancho Queimado
Combinação poderosa de lúpulos americanos trazem à nossa cerveja um amargor acentuado. Uma cerveja potente e equilibrada com sua alta graduação alcoólica.
Sua alta graduação alcoólica com equilíbrio do blend dos maltes e lúpulos que ressaltam sabores frutados a tornam a cerveja fácil de beber. Voar alto pode ser perigoso.
Catharina Sour é o primeiro estilo de cerveja brasileiro. Uma cerveja de trigo, ácida e com adição de frutas frescas. Experiência mágica com as frutas vermelhas: Morango, framboesa e amora. Cerveja premiada no primeiro concurso de cerveja caseiro do Brasil Beer Cup 2021, receita do cervejeiro Guilherme Grosseli.
A cerveja e a origem do nome
O nome vem de uma antiga lenda de Floripa. Descrita na obra de Franklin Cacaes, escritor transcreveu as antigas histórias e tradições orais da região, descreve um acontecimento curioso.
Em uma determinada noite, as bruxas da região resolveram dar uma festa, convidaram colegas macabras de diferentes partes de Florianópolis. Convidaram, de acordo com os nativos, não apenas as bruxas, mas todos os monstros que sempre atormentaram os habitantes locais. Lobisomem e a mula sem cabeça estavam por lá, por exemplo. Mas com uma ausência sentida, o Diabo. Dizem às más línguas, que não fora convidado por cheirar mal. Cheirar enxofre.
Não acabou bem. Reza a lenda que na noite da festa, uma linda noite de lua cheia azulada que iluminava a Baía Sul, o Diabo apareceu de surpresa. Bufando, gritou com todos e os amaldiçoou. Pelo não convite, transformou todos e todas em pedras. Pedras que até hoje se encontram no mesmo lugar, e que em noites de lua cheia, se ouve sussurros, gritos abafados e risadas escabrosas das bruxas e todos os monstros aprisionados nas pedras.
As Pedras? As famosas Pedras do Itaguaçu, na Praia das Palmeiras, hoje bairro do Itaguaçu no continente de Florianópolis. E vejam, praia vizinha a qual onde ocorreu o nascimento da Cozalinda: a Praia do Meio, em Coqueiros.
E a Pedras do Itaguaçu – Lambioca é, também, uma festa das bruxas: de diversas leveduras Brettanomisys Bruxelensis e de outros monstrinhos, como bactérias e outros microorganismos que possam aparecer. Nesta cerveja específica, nossa intenção é descobrir ano a ano o que a selvageria belga, somada a nossa selvageria, produziria em temperaturas de Floripa. Mas diferente do Diabo,
ABV: 5,7%
IBU: 9
Acidez: 3,6
PRAIA DO MEIO
A Praia do Meio – Fermentação Mista é uma cerveja produzida apenas uma vez ao ano. Sempre elaborada na mesma época para que, ano após ano, cada safra desta cerveja expresse uma identidade única. Ligada ao local, uma cerveja manezinha, como nossa cervejaria é.
Buscamos o terroir através do uso de insumos locais tais como a mandioca (em forma de tapioca) preparada em um engenho localizado na cidade de Paulo Lopes (próximo a Florianópolis); levedura selvagem catarinense (oriunda de São Martinho/SC) que é mantida em modelo de solera desde 2016. Porém o ponto mais importante é o processo de fermentação que ocorre sempre na mesma época do ano, e sem controle de temperatura. As cervejas fermentam em barris de carvalho francês em temperatura ambiente, sofrendo com a variação de temperatura da região de Florianópolis. E a cada ano, o tempo muda, as vezes mais frio, as vezes mais quente. Ou seja, a cada ano o resultado é diferente.
Em nossa filosofia, aproveitamos o clima brasileiro em nosso favor. Todo nosso processo de fermentação está organizado para ocorrer nas épocas quentes, contrariando a filosofia belga e de outros lugares do mundo.
Resultado? Uma cerveja puxando para um abacaxi muito fresco. Obviamente, a complexidade desta cerveja não limitada ao abacaxi, certa rusticidade é também observada, oriunda principalmente do uso de pediococcus, que além de produzir ácido lático, é responsável por notas que lembram estábulo, terra e outras notas rústicas que casam muito bem. Notas florais e levemente amadeirada, baunilha, também estão presentes. A acidez é presente, porém não muito agressiva, com predominância de acidez láctica, seguida de acidez cítrica e acética, para contrabalancear. Refrescante e complexa ao mesmo tempo é seca e de corpo baixo, refletindo a natureza e o trabalho das leveduras selvagens que consomem todo o açúcar e também refletindo as propriedades da água local que é super leve.
lembrando que para conseguir tamanha complexidade, temos em suas mãos diferentes barris, dos quais se faz um blend entre as barricas (cada uma acaba produzindo a mesma cerveja com pequenas variações) para chegar ao equilíbrio e um mix de sabores e aromas, contribuindo para uma cerveja final extremamente complexa. Nesta safra, inclusive, a rusticidade ficou um pouco mais em segundo plano, em parte por uma citricidade mais explícita comparada ao ano passado, um tanto pelo aumento da carbonatação em garrafa, já que mudamos processo de refermentação em relação aos outros anos.
Agora no fim do ano chega às mãos de vocês com todo carinho e cuidado que temos em todas nossas cervejas. Nunca economizamos no tempo e no cuidado para oferecer o melhor que podemos produzir, sem intuito de ser a melhor, mas ser manezinha, ter raiz, e expressar isso em forma de cerveja.
ABV: 5,7%
IBU: 9
Descritivo da Macacada - Wild Ale com fruta
Macacada – Wild Ale com amora é primeira cerveja ácida complexa elaborada com frutas pela cervejaria Cozalinda.
A história e a origem do nome
Na primeira versão, em 2017, foi feita com amoras de uma árvore (uma amoreira do bicho da seda) que até hoje se encontra nos fundos da casa da sogra do cervejeiro e blender, Diego. Casa essa que fica na encosta de um morro com Mata Atlântica no norte da ilha de Florianópolis.
Para fabricar uma batelada teste, foi utilizado 25kg de amora colhida à mão pela sogra do cervejeiro, uma santa! E somente não foi colhido mais por conta dos macacos que todas manhãs tinham que ser repreendidos pela Irene. Aliás, é a cena que está retratada no rótulo. E claro, o nome é uma homenagem aos concorrentes da D. Irene.
Na primeira produção, foram produzidos apenas 80 litros de cerveja. Foi vendida somente em chopp em festivais e no antigo bar da marca.
ABV: 6,4
IBU: 9
Acidez: 3,66
Fermentação Mista com camomila e limão galego.
Base fermentação mista refermentada em barris de carvalho francês com microrganismos de Santa Catarina e que recebem infusão de limão siciliano e camomila por duas semanas. Refermentado em garrafa.
Inspiração:
Essa cerveja é uma homenagem a primeira cerveja comercial da Cozalinda, uma witbier que levava infusão de camomila e limão siciliano. Nesta releitura, a base de maltes é muito semelhante a de uma witbier e leva os microrganismos da Praia do Meio. Uma das mudanças é o uso de limão galego, que se adaptou muito bem ao ambiente local e é muito utilizado por manezinhos para regar seus pratos, como pirões e Tainhas.
ABV: 6,4
IBU: 9
Acidez: 3,62
Já passou Paulo Lopes? Cerveja selvagem
Nossa inspiração foram cervejas ancestrais de povos nativos brasileiros. Olhamos para o Cauim e buscamos a mesma fonte de microrganismos, a Manipueira da Mandioca. A manipueira (líquido que sai da mandioca durante sua prensa) é fermentado espontaneamente. Desta fermentação que coletam os microrganismos para nossa cerveja. Manipueira, aliás, coletada no Engenho Adilson, um engenho de mandioca familiar de Paulo Lopes (município da grande Florianópolis) e que está a 40km da fábrica. Inclusive, é donde vem a tapioca para as nossas cervejas.
Toda fermentação ocorre em barril de carvalho francês neutro e em temperatura ambiente por 12 meses. Refermentada em garrafa sem uso de outros microrganismos, somente microrganismos selvagens.
ABV: 5,7
IBU: 9
Acidez: 3,6
Oud Bruin com framboesa e amora. Fermentada em barris de Carvalho francês.
Acidez 3.66
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Oud Bruin, também conhecido por Flanders Brown, é um estilo de cerveja proveniente da região este de Flandres, na Bélgica.
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ABV:6,4%
IBU: 9
Após concluir o desenvolvimento de suas duas primeiras bases, a Praia do Meio (Fermentação Mista) e a Pedras do Itaguaçu (lambioca), a cervejaria pode começar a incluir novos sabores em suas cervejas. Mas para ficar dentro de nossa filosofia, a busca por sabores e aromas de origem brasileiros foi o foco.
E nesta cerveja, como o nome já entrega, é a amburana o grande destaque. Mas diferente do que a maioria executa, a Cozalinda não usa barris ou chips da madeira, mas sim, a semente da amburana.
A semente é amplamente usada na culinária brasileira, tanto que a ideia veio da gastronomia para copo. No início de sua história, a Cozalinda tinha um pub, e por certro tempo, o chef Guilherme Schwinn comandou as panelas. E em umas das receitas, mais exatamente um pudim, se usava pô de semente de amburana na cobertura. Uma canela, com certa presença de vanila, se destacava, e ai, se pensou: e como isso vai ficar na cerveja?
Sementes encomendadas, chegaram para cervejaria em dezembro de 2018, quando se utilizou uma base Praia do Meio. Complexa e refrescante, com toques de abacaxi, recebeu a infusão das sementes por duas semanas e partiu para as choppeiras.
Essa receita, executada como demonstração para o Festival da Cerveja de Blumenau de 2019 e vendida exclusivamente no bar da cervejaria, ganhou prata como mixed culture fermentation e teve a Amburana Neném como um dos destaques.
Para chegar esse ano com garrafas, as cervejas começaram a ser produzidas ano passado, e essa versão, envasada ainda ano passado, está após quase um ano em garrafa, tendo uma refermentação lenta, com priming e uso das leveduras presentes na cerveja para executar o longo e demorado serviço.
Resultado é uma presença conjugada da semente de amburana, no aroma e no sabor, aparecendo demais a canela e a baunilha, em junção de certa criticidade lembrando principalmente abacaxi e todo funky e rusticidade que a brettas podem dar!
Informações técnicas
ABV: 6,2%
IBU: 9
Cerveja produzida para o Clube Cozalinda 22/23
Fermentação Mista com infusão Flor de Laranjeira e Laranja orgânica desidratada.
Base Praia do Meio 2020/2021 que recebeu infusão de laranja e flor de laranjeira desidratada e orgânicas, ambas vindas da Eté Origens Brasileiras, produzidas na Fazenda Boroto, no Rio Grande do Sul.
Posteriormente, mais 6 meses em barril de amburana.
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ABV: 5%
IBU: 9
Nascida do sonho de dois irmãos manezinhos, em 2014, a Cozalinda é uma cervejaria que tem como missão levar um pouco de Floripa em cada garrafa. Elaboramos cervejas com terroir local, usando ao máximo de insumos locais, como a mandioca e os microorganismos daqui, deixando inclusive que a temperatura da região controle as nossas fermentações. Toda uma filosofia que levou a gente à só produzir cervejas ácidas complexas e que sempre fermentam em barris de madeira. Tudo feito com carinho e sem pressa, para chegar ao copo, um pouquinho da história de onde a gente tanto ama.
A Heineken que você já conhece, a cerveja Heineken sem álcool também é produzida somente com malte de cevada e, portanto, puro malte. Opção perfeita para quem busca uma cerveja puro malte sem álcool.